sexta-feira, 25 de abril de 2008
domingo, 13 de abril de 2008
BIOGRAFIA - JOHN DEWEY
Biografia
Graduou-se pela Universidade do Vermont em 1879 e exerceu as funções de professor do secundário durante dois anos, tempo em que desenvolveu um profundo intersse por Filosofia. Em Setembro de 1882 deixou o ensino e retornou à universidade para estudar Filosofia, na Universidade Johns Hopkins, onde obteve o doutoramento. Dewey exerceu a função de professor de Filosofia na Universidade de Michigan, onde ensinou a partir de Setembro de 1884. Três anos mais tarde (1887), publicava o seu primeiro livro, Psychology, onde propunha um sistema filosófico que conjugava a estudo científico da psicologia com a filosofia idealista alemã.
Esse livro foi importante para o passo seguinte da carreira de Dewey: o cargo de professor de Filosofia Mental e Moral na Universidade de Minnesota, que assumiu em 1888. Porém, no ano seguinte, após a morte súbita do seu mentor, George Morris, regressou à Universidade de Michigan para se tornar chefe do Departamento de Filosofia. Em 1894, no entanto, saiu de Michigan para a recém-criada Universidade de Chicago onde em breve passava a liderar o departamento de Filosofia e o departamento de Pedagogia, criado por sua sugestão.
No final da década de 1890, Dewey começou a afastar-se da sua anterior visão idealista neo-Hegeliana e a adoptar uma nova posição, que veio a ser conhecida mais tarde como pragmatismo.
Depois de problemas graves na política interna do Departamento de Educação da Universidade de Chicago, Dewey abandonou a instituição para se ligar à Universidade de Columbia, em Nova Iorque, onde permaneceu até ao fim da sua carreira no ensino, em 1930. Continuou, no entanto, a ensinar como Professor Emérito até 1939, e continuou a escrever e a intervir socialmente até às vésperas da morte.
Entre suas obras se destacam The School and Society (1899; "A Escola e a Sociedade") e Experience and Education (1938; "Experiência e Educação").
Outros dados
John Dewey é reconhecido como um dos fundadores da escola filosófica de Pragmatismo (juntamente com Charles Sanders Peirce e William James), um pioneiro em psicologia funcional, e representante principal do movimento da educação progressiva norte-americana durante a primeira metade do século XX. Foi também editor, contribuindo na Enciclopédia Unificada de Ciência, um projeto dos positivistas, organizado por Otto Neurath.
Filosofia da Educação
Como se pode ler em Democracy and Education (Democracia e Educação), Dewey tenta sintetizar, criticar e ampliar a filosofia da educação democrática ou proto-democrática contidas em Rousseau e Platão. Via em Rousseau uma visão que se centrava no indivíduo, enquanto Platão acentuava a influência da sociedade na qual o indivíduo se inseria. Dewey contestou esta distinção – e tal como Vygotsky, concebia o conhecimento e o seu desenvolvimento como um processo social- integrando os conceitos de sociedade e indivíduo.
Para ele o indivíduo somente passa a ser um conceito significante quando considerado parte inerente de sua sociedade – enquanto esta nenhum significado possui, se for considerada à parte, longe da participação de seus membros individuais.
Depois, como reconhece na obra posterior “Experience and Nature” (Experiência e Natureza), o empirismo subjetivo da pessoa é quem realmente introduz as novas idéias revolucionárias no conhecimento.
Para Dewey era de vital importância que a educação não se restringisse ao ensino do conhecimento como algo acabado – mas que o saber e habilidade do estudante adquirem possam ser integrados à sua vida como cidadão, pessoa, ser humano. No laboratório-escola que dirigiu junto a sua esposa Alice, na Universidade de Chicago, as crianças bem novas aprendiam conceitos de física e biologia presenciando os processos de preparo do lanche e das refeições, que eram feitos na própria classe.
Este elemento de ensino com a prática cotidiana foi sua grande contribuição para a Escola Filosófica do Pragmatismo.
Mas esta iniciativa fracassou, após três anos, e Dewey viu-se forçado a deixar Chicago. Criou, então, a famosa Lincoln School, em Manhattan (Nova Iorque), que também falhou em pouco tempo.
Sua idéias, embora bastante populares, nunca foram ampla e profundamente integradas nas escolas públicas norte-americanas, embora alguns dos valores e premissas tenham se difundido. Suas idéias de Educação Progressiva foram duramente perseguidas no período da Guerra Fria, quando a preocupação dominante era criar e manter uma elite intelectual científica e tecnológica, para fins militares. No período Pós-guerra-fria, entretanto, os preceitos da Educação Progressiva têm ressurgido na reforma de muitas escolas, e o sistema teórico de educação tem suas pesquisas evoluído.
No Brasil, desde os anos 30, o educador Anísio Teixeira, sob forte influência de suas idéias, tentou implantar um sistema educacional similar, em tempo integral - igualmente falhando por desinteresse político numa educação melhor para o povo.
Dewey e a Educação Progressiva
A ideia básica do pensamento de John Dewey sobre a educação está centrada no desenvolvimento da capacidade de raciocínio e espírito crítico do aluno.
Enquanto suas idéias gozam de grande popularidade durante sua vida e postumamente, sua adequação à prática sempre foi problemática. Seus escritos são de difícil leitura – ele tem uma tendência para utilizar termos novos e frases complexas fazem com que seja extremamente mal entendido, forçando reinterpretações dos textos. Apesar de permanecer como um dos intelectuais norte-americanos mais conhecidos, o público não conhece o seu pensamento. Por causa disto, muitos pensavam seguir uma linha Deweyana, quando na verdade estavam longe disto. O próprio Dewey tentou frear alguns entusiastas, sem muito sucesso.
Ao mesmo tempo, outras idéias e propostas de Educação Progressiva foram surgindo, boa parte delas influenciada por Dewey – mas não necessariamente derivadas das suas teorias – tornaram-se igualmente populares, umas mais ou menos aplicáveis na prática, outras contraditórias, como registram historiadores, a exemplo de Herbert Kliebard.
Freqüentemente diz-se que a Educação Progressiva “fracassou”, mas isto depende do que as pessoas entendem por “evolução” e “fracasso”. Muitas formas de educação progressiva tiveram sucesso, transformaram a paisagem educacional: a quase onipresença dos serviços de orientação ou aconselhamento, para citar-se um exemplo, é fruto das idéias progressivas. Derivações radicais do progressivismo educacional quase nunca foram testadas, e quando o foram não tiveram vida longa.
Pragmatismo em Dewey
Dewey é uma das três figuras centrais do pragmatismo nos Estados Unidos, ao lado de Charles Sanders Peirce (que criou o termo), e William James (que o popularizou). Mas Dewey não chamava sua filosofia de pragmática, preferindo o termo “instrumentalismo”.
Sua linha filosófica era de influência fortemente Hegeliana e Neo-Hegeliana. Ao contrário de William James, que seguia uma linha positivista inglesa, ele era particularmente empírico e utilitarista. Dewey também não era tão pluralista ou relativista como James. Ele dizia “a natureza é essencialmente saudosa e patética, turbulenta e passiona” (in: Experiência e Natureza).
Dewey afirmava, diferente de James, que a experiência (social, cultural, tecnológica, filosófica) poderia ser usada como juízo de valor da verdade. Enquanto para James a religião era uma via muito pobre e desinteressante, pois ninguém poderia demonstrar como verdade algo derivado da convicção religiosa, levando o homem às incertezas do teísmo, ateísmo, monismo, etc., Dewey pelo oposto preconizava que havia um importante papel nas instituições religiosas. Deus era, para ele, uma das formas de manifestação da inteligência humana, com método e investigação – portanto, ciência...
Assim como houve um ressurgimento da filosofia progressiva da educação, as contribuições de Dewey para a filosofia (afinal ele era muito mais filósofo do que pedagogo) também voltaram à baila, a partir dos anos 70, por pensadores como Richard Rorty, Richard Bernstein e Hans Joas.
Por causa de seu processo de orientação e visão sociologicamente consciente do mundo e do conhecimento, muitas vezes é tido como alternativa válida aos dois modos de pensar: o moderno e o pós-moderno – mesmo sendo-lhes contemporâneo.
(Retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Dewey)
Alguns links interessantes - I
Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB, Lei Nº 11.494/2007, de 20 de junho de 2007
Plano Nacional de Educação - PNE, Lei nº 10.172/2001, de 09 de janeiro de 2001
Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Ceará, Lei Nº 9.826/74, de 14 de maio de 1974
Estatuto dos Servidores do Município de Fortaleza, Lei nº 6.794/90, de 27 de dezembro de 1990
Constituição da República Federativa do Brasil, de 05 de outubro de 1988
VI CONFINTEA - Brasil 2009
http://forumeja.org.br/brasil
NOVIDADE!!! O FOTOLOG ESTÁ PRONTO!!!
Andragogia: arte e ciência na aprendizagem do adulto (Por José Chotguis¹)
Por mais de cinco décadas, tem sido realizado esforços para formular uma teoria que considere aquilo que já sabemos, por experiência própria e pesquisa, a respeito das características únicas do aprendiz adulto. Os meus 14 anos de extensionista rural orientando agricultores não me deixaram dúvidas de que a aprendizagem do adulto acontece sob condições específicas. À medida que aprimorava o meu processo de ensino e orientação de adultos, busquei estudos e teses que agora vou compartilhar com você.
É surprendente que apenas em 1950 alguns educadores começaram a organizar idéias em torno da noção de que adultos aprendem melhor em ambientes informais, confortáveis, flexiveis e não ameaçadores. Dez anos depois, já então nos anos 60, um Iugoslavo, educador de adultos, participando de um seminário de verão na Boston University, expôs o termo “andragogia”, como um conceito mais organizado a respeito da educação de adultos. Andragogia foi apresentada como a arte e a ciência de ajudar o adulto a aprender e era ostencivamente a antítese do modelo pedagógico que significa, literalmente, a arte e ciência de ensinar crianças.
O modelo pedagógico, aplicado também ao aprendiz adulto, persistiu através dos tempos chegando até o século presente e foi a base da organização do nosso atual sistema educacional. Esse modelo confere ao professor responsabilidade total para tomar todas as decisões a respeito do que vai ser aprendido, como será aprendido, quando será aprendido e se foi aprendido. É um modelo centrado no professor, deixando ao aprendiz somente o papel submisso de seguir as instruções do professor.
Por sua vez, o modelo andragógico é baseado em vários pressupostos que são diferentes daqueles do modelo pedagógico:
1. A Necessidade de Saber. Os adultos têm necessidade de saber porque eles precisam aprender algo, antes de se disporem a aprender. Quando os adultos comprometem-se a aprender algo por conta própria, eles investem considerável energia investigando os beneficios que ganharão pela aprendizagem e as consequencias negativas de não aprendê-lo.
2. Auto-Conceito do Aprendiz. Os adultos tendem ao auto-conceito de serem responsáveis por suas decisões, por suas proprias vidas. Uma vez que assumem esse conceito de si próprio eles desenvolvem uma profunda necessidade psicologica de serem vistos e tratados pelos outros como sendo capazes de auto-direcionar-se, de escolher seu próprio caminho. Eles se ressentem e resistem a situações nas quais sentem que outros estão impondo seus desejos a eles.
3. O Papel das Experiências dos Aprendizes. Os adultos se envolvem em uma atividade educacional com grande número de experiencias mas diferentes em qualidade daquelas da juventude. Por ter vivido mais tempo, ele acumula mais experiência do que na juventude. Mas também acumulou diferentes tipos de experiências. Essa diferença em quantidade e qualidade da experiencia tem várias conseqüências na educação do adulto.
4. Prontos para Aprender. Adultos estão prontos para aprender aquelas coisas que precisam saber e capacitar-se para fazer, com o objetivo de resolver efetivamente as situações da vida real.
5. Orientação para Aprendizagem. Em contraste com a orientação centrada no conteúdo própria da aprendizagem das crianças e jovens (pelo menos na escola), os adultos são centrados na vida, nos problemas, nas tarefas, na sua orientação para aprendizagem.
6. Motivação. Enquanto os adultos atendem alguns motivadores externos (melhor emprego, promoção, maior salário, etc.), o motivador mais potente são pressões internas (o desejo de crescente satisfação no trabalho, auto estima, qualidade de vida, etc.). Pesquisas de comportamento mostram que todos adultos normais são motivados a continuar crescendo e se desenvolvendo.
Se você quiser ler mais sobre Andragogia, recomendo esses livros:
TOUGH, A. The Adult’s Learning Projects. Toronto: Ontario Institute for Studies in Education, 1971, 1979.
BROOKFIELD, S.D. Understanding and facilitating adult learning. San Francisco: Jossey-Bass, 1986.
CROSS, K.P. Adults as learners. San Francisco: Jossey-Bass, 1981.
DEWEY, J. Experience and education. New York: Collier Books, 1933.
KNOWLES, Malcolm S. The modern practice of adult education: andragogy versus pedagogy. New York: Association Press, 1970.
KNOWLES, Malcolm S. The adult learner: the definitive classic in adult education and human resource development. 5ed., Houston: Gulf, 1998.
MADEIRA, Vicente de Paulo Carvalho. Para falar em andragogia, programa educação do trabalhador, v.2, CNI-SESI, 1999.
OLIVEIRA, Ari Batista de. Andragogia, facilitando a aprendizagem. Educação do Trabalhador, v.3, CNI-SESI, 1999.
¹Doutor em Engenharia Florestal, professor da UFPR.
AVISO!
Montando o Fotolog da Turma B
sábado, 12 de abril de 2008
O MITO DE PIGMALIÃO
Pigmalião era um escultor e rei da ilha de Chipre, segundo a mitologia grega. Segundo outros relatos, era um simples escultor, sem ascendência real.
Enojado com as mulheres perversas e devassas de sua época, Pigmalião esculpiu uma estátua de marfim de uma bela mulher e, após terminá-la, achou sua obra tão bela e perfeita que se apaixonou por ela. Para poder transformá-la em uma mulher de carne e osso, ele recorre a deusa Afrodite para que ela o ajude. Em resposta a seu pedido, a deusa fez da estátua uma mulher de carne e osso, batizada de Galatéia. Eles casaram e tiveram um filho, Pafos.
A lenda de Pigmalião tem atraído vários escritores. O antigo poeta romano Ovídio contou essa lenda em sua obra Metamorfoses. A versão mais moderna da lenda é a peça de Bernard Shaw, Pigmalião, ou My Fair Lady. A peça é também um musical e um filme, com o mesmo título original (Bonequinha de Luxo, no Brasil) estrelado pela saudosa Audrey Hepburn.
NOVIDADE!!! DISCO VIRTUAL
https://wwws.insite.com.br/indisk
e colocar o e-mail completo e a senha da música, após o login, clica na pasta "Material EJA" e siga a instuções para baixar os arquivos. Qualquer dúvida, é só mandar um e-mail para o da turma ou para o
especializacao.eja@gmail.com
O TRIÂNGULO DE MASLOW
• Necessidades Fisiologicas: Nessa categoria, o ar, água, sono, sexo, saúde, e segurança. Para satisfazer essas necessidades, pessoas procuram por comida euqueropizza.com.br, saúde em Unimeduberaba.com.br e Prodiet.com.br, artigos para casa Daju.com.br e roupas Bangoo.com.br.
• Necessidades de segurança; Esse tipo de necessidade inclui itens e informações em casos de necessidade, desorganização social, ou trauma pessoal. Até esse nível, pessoas procuram por telefones de emergência, como bombeiros, informação de evacuação, kits de terremotos através de SurvivalKitsOnline.com ou alarmes Furuta.com.br
• Necessidades sociais: Essa categoria indica os desejos de cuidados, incluindo produtos e serviços que tornam nós mais atrativos para os outros. Estas necessidades são preenchidas com a rede social de relacionamentos Orkut.com, móveis lojaskd.com.br, você vive em sociedade na sua casa, ou trabalho, livros Amazon.com, clubes, hobbies, igrejas e outros grupos.
• Estima: Esta refere-se para uma necessidade individual por respeito próprio e pelos outros. Esta necessidade motiva a compra de itens como perfumes Sepha.com.br, vinhos finos Casadafranca.com.br, um presente da Bangoo.com.br, todos esses possuem um senso de status, prestígio e poder.
• Auto-realização: Um senso criativo e auto-realização podem vir a partir da arte, música, educação, espírito ou religião. Individuos com auto-realização precisam visitar sites relacionados a adquirir criatividade ou paz espiritual, como Mundoespitita.com.br, e precisam comprar livros, músicas, ingressos para concertos, ou arte.
Resumo dos Filmes II (Temos que assistir para o próximo encontro da Prof. Tereza Cristina):
Título original: Man to Man
Elenco: Joseph Fiennes, Kristin Scott Thomas, Iain Glen, Hugh Bonneville, Cécile Bayiha, Flora Montgomery.
Direção: Regis Wargnier
Gênero: Drama
Distribuidora: Imagem Filmes
Estréia: 16 de Dezembro de 2005
Sinopse: Na promissora Edinburgo de 1879, o jovem médico escocês Jamie Dodd (Joseph Fiennes, de Shakespeare Apaixonado) se aventura pela inexplorada África Equatorial na companhia da aventureira Elena Van Den End (Kristin Scott Thomas, de O Paciente Inglês) para capturar pigmeus.
De volta à cidade na companhia de Toko (Lomama Boseki) e Likola (Cécile Bayiha), o médico desentende-se com seus dois colegas de pesquisa, determinados a provar o elo perdido da espécie humana, quando defende que o casal de pigmeus demonstra inteligência e sentimentos humanos. Vítima da segregação dos amigos, do escárnio da comunidade científica e da crueldade humana, Jamie vê seus amigos pigmeus serem expostos no zoológico local e submetidos, como ele próprio, à mais injusta humilhação.
A solidariedade que vai reuni-los será de laços muito fortes, os laços da própria humanidade. Uma aventura antropológica do cineasta francês Régis Wargnier em busca do O Elo Perdido dos valores mais nobres do ser humano. Filme de abertura do Festival de Berlim em 2005
Curiosidades:
» O diretor Régis Wargnier é um dos mais conceituados cineastas franceses, vencedor do Oscar de Filme em Língua Estrangeira com Indochina (1992).
» Os zoológicos humanos mencionados no filme são fatos reais que proliferaram na Europa no século 19, pesquisados pelo diretor.
» As seqüências da expedição de caça aos pigmeus foram gravadas nas florestas ainda preservadas da África do Sul, o que garante a exuberância visual da produção.
Resumo dos Filmes I (Temos que assistir para o próximo encontro da Prof. Tereza Cristina):
Ficha Técnica:
Título Original: The Emperor's Club
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 109 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2002
Site Oficial: www.theemperorsclub.com
Estúdio: Beacon Communications LLC / Fine Line Features / Horsepower Films / Liveplanet / Longfellow Pictures / Sidney Kimmel Entertainment
Distribuição: Universal Pictures / UIP
Direção: Michael Hoffman
Roteiro: Neil Tolkin, baseado em curta-metragem de Ethan Canin
Produção: Marc Abraham e Andy Karsch
Música: James Newton Howard
Fotografia: Lajos Koltai
Desenho de Produção: Patrizia von Brandenstein
Direção de Arte: Dennis Bradford
Figurino: Cynthia Flynt
Edição: Harvey Rosenstock
Elenco:
Kevin Kline (William Hundert)
Emile Hirsch (Sedgewick Bell)
Embeth Davidtz (Elizabeth)
Rob Morrow (James Ellerby)
Edward Herrmann (Woodbridge)
Sinopse
William Hundert (Kevin Kline) é um professor da St. Benedict's, uma escola preparatória para rapazes muito exclusiva que recebe como alunos a nata da sociedade americana. Lá Hundert dá lições de moral para serem aprendidas, através do estudo de filósofos gregos e romanos. Hundert está apaixonado por falar para os seus alunos que "o caráter de um homem é o seu destino" e se esforça para impressioná-los sobre a importância de uma atitude correta. Repentinamente algo perturba esta rotina com a chegada de Sedgewick Bell (Emile Hirsch), o filho de um influente senador. Sedgewick entra em choque com as posições de Hundert, que questiona a importância daquilo que é ensinado. Mas, apesar desta rebeldia, Hundert considera Sedgewick bem inteligente e acha que pode colocá-lo no caminho certo, chegando mesmo a colocá-lo na final do Senhor Julio Cesar, um concurso sobre Roma Antiga. Mas Sedgewick trai esta confiança arrumando um jeito de trapacear.
Disciplina sendo cursada:
Prof.: Tereza Cristina Valverde
Disciplinas já cursadas:
Prof.: Maria Lindalva Gomes Leal
História da Educação Profissional e da EJA (CH: 30 h/a)
Prof.: Natal Lânia Roque Fernandes
Metodologia do Trabalho Científico (CH: 30 h/a)
Prof.: Inêz Ibargoyen
Gestão do Conhecomento Para a Produção de Textos (CH: 30 h/a)
Prof.: José Breves Filho
Quem somos nós
Ana Karine, Ana Márcia, Ana Rita, Antônio Pedrosa, Augusto, Aurisleda (Lêda), Carlos Magno, Daniela, Erivaldo, Eva, Ezequias, Francisca Thanísia, Francisco Joselito, Francisco Pedro, Ester, Hermes Praciano, Ivana, João Luiz, José Monteiro, Liduína, Luiz Carlos, Maria Aparecida, Maria Ausry, Maria Dalva, Maria do Carmo, Maria Dulcinete, Maria Goreth, Maria Karla, Maria Ozaneide, Marlos, Mirtes, Paula, Raimundo Vanderley, Roseane, Shirleibergue, Simão Pedro, Sônia, Tânia, Teresa Cristina.
